Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.

Se for possível estimular mecanismo, casos de demência podem diminuir.

O organismo das pessoas saudáveis é capaz de produzir anticorpos que impedem a formação dos aglomerados de proteína responsáveis pelo mal de Alzheimer. A descoberta, relatada na revista científica “PNAS” por uma equipe internacional de pesquisadores, abre novas perspectivas para entender e prevenir essa doença neurodegenerativa devastadora, para a qual ainda não há cura conhecida.

O mal de Alzheimer é causado pelo acúmulo de uma versão mal-ajambrada da proteína beta-amilóide no interior dos neurônios do cérebro. Esses aglomerados basicamente fazem com que as células cerebrais “explodam”, levando ao lento declínio das funções mentais, a chamada demência.

A equipe liderada por T. Wyss-Coray, da Escola de Medicina da Universidade Stanford, viu que o plasma sanguíneo e o fluido da medual espinhal de pessoas saudáveis produz anticorpos contra as fases iniciais dos aglomerados de beta-amilóide. Esses anticorpos provavelmente ajudam o organismo a reconhecer e atacar a proteína antes que ela se torne um problema real.

Os pesquisadores também descobriram que essa produção de anticorpos parece diminuir conforme a idade avança. Se for possível estimular o organismo a continuar a produzi-los, será possível criar uma forma direta de prevenção para o mal de Alzheimer.

Fonte:Reinaldo José Lopes - G1

Descoberta abre novo caminho para desenvolvimento de vacina. Anticorpos combinam potência e amplitude de reação, diz estudo.

Um grupo de cientistas americanos identificou novos anticorpos que defendem o organismo contra o HIV, o vírus causador da Aids. O artigo descrevendo o achado foi publicado nesta quinta-feira (3) no site da revista “Science”. A partir de um doador africano soropositivo, a equipe coordenada por Laura Walker, do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia (EUA), isolou dois anticorpos anteriormente não conhecidos. O achado, considerado um dos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a Aids, abre novo caminho no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.

A pesquisa constatou que os anticorpos (PG9 e PG16) parecem ser não só “muito potentes” na neutralização do vírus, como capazes de bloquear a ação de uma grande variedade de subtipos do HIV, uma gama de alvos que supera a de anticorpos já avaliados. O PG9 combateu com sucesso 127 de 162 subtipos (78%). O PG16, 119 de 162 (73%).

Os anticorpos atuam como uma espécie de chave para uma cadeado viral oculto, reconhecendo um padrão em uma proteína do HIV que não havia ainda sido descrita pela ciência. Tanto a identificação dos anticorpos quanto do “cadeado” constituem um novo alvo no desenvolvimento futuro de uma vacina contra o vírus da Aids.

Os cientistas analisaram 1,8 mil pacientes de Tailândia, Austrália, Reino Unido, Estados Unidos e de uma série de países da África subsaariana.

Do G1, em São Paulo 

Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.
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Identificados Anticorpos para HIV

março 1st, 2010 por admin

Cientistas norte-americanos identificaram dois novos anticorpos que poderão dar origem ao desenvolvimento de uma vacina contra o vírus da sida, revela um estudo publicado na revista “Science”.

A equipa liderada por Laura Walker, do Scripps Research Institute, em San Diego, EUA, isolou dois anticorpos nunca antes identificados, a partir de um dador africano seropositivo.

Os cientistas analisaram 1,8 mil pacientes na Tailândia, Austrália, Reino Unido, EUA e em vários países da África subsaariana.

Foi verificado que os anticorpos, denominados PG9 e PG16, parecem ser muito eficazes na neutralização do vírus e também têm a capacidade de bloquear a actividade de uma grande variedade de subtipos do HIV: dos 162 subtipos, o PG9 combateu com êxito 127 (78%) e o PG16, 119 (73%).

Antes da identificação destes dois anticorpos, apenas tinham sido isolados outros quatro, facto que ocorreu há mais de 10 anos.

Segundo o estudo, estes anticorpos são produzidos apenas por uma minoria das pessoas infectadas e são distintos de outros anticorpos do HIV, dado terem a capacidade de neutralizar uma percentagem elevada dos subtipos de vírus em circulação no mundo.

O estudo foi recebido com entusiasmo pela imprensa mundial, a qual considera que este é um dos estudos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a sida, ao abrir um novo caminho para o desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.

 

Fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Cientistas desenvolvem super anticorpos

fevereiro 26th, 2010 por admin

Cientistas canadianos estão a desenvolver super-anticorpos com capacidade para se inserirem no interior das células infectadas e atacar bactérias e vírus.
Cientistas canadianos estão a desenvolver super-anticorpos com capacidade para se inserirem no interior das células infectadas e atacar bactérias e vírus.

Esta investigação, publicada na New Scientist, poderá conduzir a uma série de novos tratamentos, incluindo contra o VIH.

O único inconveniente, defendem os especialistas, é que estes anticorpos são difíceis de desenvolver e têm de ser injectados já que não sobrevivem no estômago.

 

Fonte:Saúde Saupo

Células Tronco e terapia genética

fevereiro 18th, 2010 por admin

Entrevista Revista Veja On-line, sobre Células Tronco e terapia genética.

A senhora poderia escrever um pouco sobre esse novo trabalho de cientistas japoneses com o cromossomo humano artificial (HAC)? Quais os prós e os contras? Qual o tempo estimado para os testes com humanos? Leia mais…

Objetos levam substâncias que fazem células se transformarem. Experimento foi feito em rato por pesquisadores franceses. Leia mais…

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