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	<title>Compre Anticorpos-Anticorpo-HPLC-Reagentes-Sala Limpa-Septos-Holders</title>
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	<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:05:17 +0000</pubDate>
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		<title>Brasileiros identificam gene que causa câncer de pênis mais grave</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[câncer de pênis]]></category>

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		<description><![CDATA[Ausência da proteína &#8216;guardiã&#8217; do DNA explica os tumores mais agressivos.
Descoberta deve levar a tratamentos médicos mais precisos.
Tadeu Meniconi
Uma pesquisa brasileira identificou uma mutação genética que está ligada aos casos mais graves e agressivos do câncer de pênis. A descoberta deve levar a tratamentos mais precisos, com menor risco de reaparecimento dos tumores.
O câncer de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ausência da proteína &#8216;guardiã&#8217; do DNA explica os tumores mais agressivos.<br />
Descoberta deve levar a tratamentos médicos mais precisos.</em></p>
<p><em>Tadeu Meniconi</em></p>
<p>Uma pesquisa brasileira identificou uma mutação genética que está ligada aos casos mais graves e agressivos do câncer de pênis. A descoberta deve levar a tratamentos mais precisos, com menor risco de reaparecimento dos tumores.</p>
<p>O câncer de pênis é relativamente raro, principalmente nos países mais desenvolvidos. Em geral, está relacionado a infecções causadas por agentes como o vírus do papiloma humano (HPV) e a bactéria causadora da sífilis. Em uma pesquisa recente do próprio Hospital do Câncer A.C. Camargo, o surgimento desse câncer em alguns casos foi ligado à zoofilia – a prática de sexo com animais.</p>
<p>O objetivo de Rafael Malagoli, pesquisador do Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo, era identificar proteínas que, quando alteradas, mostrassem alguma relação com o surgimento do câncer de pênis. A mais importante foi uma proteína chamada &#8220;p53&#8243;, que desaparecia nos casos mais agressivos de câncer.</p>
<p>Em um organismo saudável, a p53 atua como uma “guardiã” do DNA celular, nas palavras de Malagoli. Se houver qualquer alteração nesse material, cabe a essa proteína identificar o problema e fazer com que a célula morra.</p>
<p>Essa função é fundamental na defesa do corpo contra o câncer, pois as alterações do DNA podem levar ao surgimento de tumores. Se a célula cancerosa não morrer logo, o câncer pode se espalhar.</p>
<p>“Alguns cânceres estão ligados à deficiência dessa proteína”, afirmou o pesquisador, que citou o câncer de mama, além do de pênis, entre os provocados pela ausência da p53.</p>
<p>Para que essa proteína funcione normalmente, ela depende de um gene, o TP53. A ausência é explicada, portanto, por um problema desse gene. “O gene que expressa essa proteína sofre uma mutação e passa a produzir uma proteína alterada, que não desempenha sua função de vigiar o DNA”, explicou Malagoli.</p>
<p><strong>Uso na prática</strong></p>
<p>Quando um paciente é identificado com o câncer de pênis, a primeira providência do médico é fazer uma biópsia. Esse exame do tumor permite dizer se existe ou não deficiência da proteína por trás do surgimento do câncer.<span id="more-378"></span></p>
<p>Caso haja, significa que o tumor será mais agressivo. No entanto, a constatação não serve apenas para apavorar o paciente. Ela também orienta o médico na hora de tratar o câncer. Sabendo que o câncer é de um tipo mais agressivo, ele precisará retirar uma maior parte do órgão na cirurgia. Além disso, a quimioterapia tem que ser mais forte.</p>
<p>Malagoli argumentou que esse é um ponto positivo, porque quando o médico e o paciente se preparam para um tratamento mais intenso, diminui a chance de que o câncer retorne.</p>
<p>O objetivo do pesquisador em seus próximos estudos é “investigar proteínas que estejam relacionadas ao movimento da célula”. Em outras palavras, ele quer descobrir que mecanismos fazem com que o câncer se espalhe pelo corpo, provocando a metástase, que é o que leva à morte.</p>
<p>O estudo foi publicado pela revista científica &#8220;Human Pathology&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/05/brasileiros-identificam-gene-que-causa-cancer-de-penis-mais-grave.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<item>
		<title>Usar o computador e fazer caminhada pode evitar demência, diz estudo</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=375</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=375#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 19:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[caminhada]]></category>

		<category><![CDATA[computador]]></category>

		<category><![CDATA[demência]]></category>

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		<description><![CDATA[Atividades cerebrais de pessoas idosas melhoram ao conciliar atividades.
Estudo foi realizado por pesquisadores dos Estados Unidos.
Combinar o uso do computador com a realização de exercícios leves, como caminhadas, pode reduzir as chances de perda de memória, afirmam pesquisadores dos Estados Unidos.
Segundo estudo, publicado na edição de maio da revista “Mayo Clinic Proceedings”, foram confirmadas modificações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atividades cerebrais de pessoas idosas melhoram ao conciliar atividades.<br />
Estudo foi realizado por pesquisadores dos Estados Unidos.</em></p>
<p>Combinar o uso do computador com a realização de exercícios leves, como caminhadas, pode reduzir as chances de perda de memória, afirmam pesquisadores dos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo estudo, publicado na edição de maio da revista “Mayo Clinic Proceedings”, foram confirmadas modificações cerebrais quando pessoas com idade a partir de 70 anos utilizam o computador e fazem exercícios físicos moderados. Isto protegeria o cérebro.</p>
<p>Os cientistas monitoraram as atividades cerebrais de 926 pessoas, com idade entre 70 e 93 anos. Segundo Yonas Geda, um dos autores do estudo, essa faixa etária têm maior chance de apresentarem demência ao envelhecerem.</p>
<p>Dos participantes que não se exercitaram ou não usaram o computador, 37,6% apresentaram sinais de comprometimento cognitivo leve (estágio intermediário entre a perda de memória normal, decorrente do envelhecimento, e a doença de Alzheimer).</p>
<p>Entre aqueles que adotaram exercício leve e usam o computador, apenas 18,3% apresentaram problemas com a memória. Os pesquisadores pretendem se aprofundar mais no tema.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/05/usar-o-computador-e-fazer-caminhada-pode-evitar-demencia-diz-estudo.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<item>
		<title>Frutas vermelhas fazem bem ao cérebro de mulheres, diz estudo</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=371</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=371#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[cérebro]]></category>

		<category><![CDATA[frutas vermelhas]]></category>

		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[As chamadas &#8216;berries&#8217; retardam o declínio mental causado pela idade.
Frutas são ricas em substâncias antioxidantes.
Da AFP
Mulheres que consomem grande quantidade de mirtilos e morangos sofrem um declínio mental causado pela idade mais lento em comparação com mulheres que consomem poucas frutas ricas em flavonoides, afirma um estudo americano nesta quinta-feira (26).
Baseados em uma pesquisa com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>As chamadas &#8216;berries&#8217; retardam o declínio mental causado pela idade.<br />
Frutas são ricas em substâncias antioxidantes.</em></p>
<p><em>Da AFP</em></p>
<p>Mulheres que consomem grande quantidade de mirtilos e morangos sofrem um declínio mental causado pela idade mais lento em comparação com mulheres que consomem poucas frutas ricas em flavonoides, afirma um estudo americano nesta quinta-feira (26).</p>
<p>Baseados em uma pesquisa com mais de 16 mil mulheres que responderam a questionários regulares sobre seus hábitos de saúde de 1976 a 2001, os resultados mostram que as que comiam mais destas frutas atrasaram o declínio cognitivo em até 2,5 anos.</p>
<p>De 1995 a 2001, a cada dois anos, os pesquisadores mensuraram as funções mentais de pessoas com mais de 70 anos, de acordo com o estudo publicado nos Anais de Neurologia.</p>
<p>&#8220;Fornecemos as primeiras evidências epidemiológicas de que as &#8216;berries&#8217; (frutas vermelhas) podem atrasar o avanço do declínio cognitivo em mulheres idosas&#8221;, afirma Elizabeth Devore, médica do Hospital Brigham and Women e da Escola de Medicina de Harvard em Boston, Massachusetts.</p>
<p>&#8220;Nossas descobertas têm implicações significantes para a saúde pública, já que aumentar a ingestão de frutas vermelhas é uma modificação bastante simples para testar a proteção da cognição em adultos mais velhos&#8221;.</p>
<p>Devore acrescenta que as descobertas são de importância particular para a população idosa, que está crescendo.</p>
<p>O número de americanos com 65 anos ou mais aumentou 15% de 2000 a 2010, de acordo com o censo dos Estados Unidos.</p>
<p>Robert Graham, médico do Hospital Lenox Hill, em Nova York, que não estava envolvido no estudo, disse que comer mais frutas vermelhas é uma boa ideia para pessoas de qualquer idade.</p>
<p>&#8220;Muitos estudos epidemiológicos, como este, acrescentam à pesquisa científica básica que as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias das frutas vermelhas têm um papel benéfico no declínio cognitivo relacionado à idade&#8221;, explica Graham.<span id="more-371"></span></p>
<p>&#8220;Eu aconselharia todos os meus pacientes, de qualquer idade, a comer mais frutas vermelhas. As &#8216;berries&#8217; são uma forma fácil, nutritiva e deliciosa de preservar a função cerebral&#8221;.</p>
<p>Pesquisas anteriores mostraram que os flavonoides podem reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer. Essas substâncias são oxidantes encontrados em frutas vermelhas, maçãs, frutas cítricas, chá, vinho tinto e cebolas.</p>
<p>&#8220;O atual estudo mostra que mulheres que consumiram mais flavonoides, especialmente frutas vermelhas, tiveram um declínio cognitivo mais lento com o passar do tempo do que mulheres com menor ingestão&#8221;, ressalta Nancy Copperman, diretora de iniciativas de saúde pública do Sistema de Saúde Judaico de North Shore-Long Island, em Nova York.</p>
<p>&#8220;Aumentar nosso consumo de frutas e vegetais é uma das melhores formas de viver uma vida saudável&#8221;, completa.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo em coelhos consegue tratar paralisia cerebral</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=368</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[paralisia cerebral]]></category>

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		<description><![CDATA[Animais foram tratados assim que nasceram e recuperaram movimentos.
Hoje, distúrbio é considerado &#8216;incurável&#8217; em humanos.
Da AFP
Um novo tratamento fez com que coelhos nascidos com paralisia cerebral recuperassem uma mobilidade quase normal. A experiência representa um avanço no combate ao distúrbio, que hoje é incurável, e traz esperança aos pacientes humanos.
O método, parte do campo crescente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Animais foram tratados assim que nasceram e recuperaram movimentos.<br />
Hoje, distúrbio é considerado &#8216;incurável&#8217; em humanos.</em></p>
<p><em>Da AFP</em></p>
<p>Um novo tratamento fez com que coelhos nascidos com paralisia cerebral recuperassem uma mobilidade quase normal. A experiência representa um avanço no combate ao distúrbio, que hoje é incurável, e traz esperança aos pacientes humanos.</p>
<p>O método, parte do campo crescente da nanomedicina, libera um medicamento anti-inflamatório diretamente nas partes comprometidas do cérebro, através de minúsculas moléculas em cascata conhecidas como dendrímeros.</p>
<p>Filhotes de coelho tratados até seis horas depois do nascimento tiveram uma &#8220;melhora dramática na função motora&#8221; no quinto dia de vida, disse a autora principal do estudo, Sujatha Kannan, do Instituto Nacional de Saúde Infantil e do Departamento de Pesquisa de Perinatologia e Desenvolvimento Humano dos Estados Unidos.</p>
<p>O estudo foi publicado no jornal científico americano &#8220;Science Translational Medicine&#8221; desta semana.</p>
<p>Os coelhos que nasceram imóveis por causa da paralisia se movimentavam em &#8220;níveis quase normais no quinto dia&#8221;, destacou um artigo que acompanhou o estudo e foi publicado no mesmo periódico pelo pedriatra Sidhartha Tan, de Chicago.</p>
<p>A droga usada foi uma comumente empregada para tratar pessoas com intoxicação por acetaminofeno (paracetamol), conhecida como N-acetil-L-cistina ou NAC, e foi dada em uma dose 10 vezes menor.</p>
<p>A dose menor foi bem sucedida porque o método de aplicação, que usou a nanotecnologia, facilitou a chegada do medicamento ao cérebro, desativando prontamente a inflamação.</p>
<p><strong>Intervenção precoce</strong></p>
<p>Kannan explicou que sua equipe usou coelhos como cobaias porque, assim como os humanos, seus cérebros se desenvolvem parte antes e parte depois do nascimento, enquanto a maioria dos outros animais nascem com suas habilidades motoras já formadas.</p>
<p>&#8220;Uma vantagem disso é que podemos testar tratamentos e olhar para a melhora na função motora usando este tipo de modelo animal&#8221;, explicou a médica.<span id="more-368"></span></p>
<p>Enquanto especialistas afirmam que levará anos até que se conheça totalmente esta abordagem, a pesquisa demonstra uma prova importante que a intervenção precoce consegue reverter o dano cerebral.</p>
<p>&#8220;A importância deste trabalho é que ele indica que há uma janela no tempo, imediatamente após o nascimento, quando a neuroinflamação pode ser identificada e quando o tratamento com um nanodispositivo pode reverter os efeitos da paralisia cerebral&#8221;, afirmou o co-autor do estudo, Roberto Romero, obstetra do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano.</p>
<p><strong>&#8216;Incurável&#8217;</strong></p>
<p>A paralisia cerebral afeta cerca de 750 mil crianças e adultos nos Estados Unidos e sua taxa de prevalência é de cerca de 3,3 por mil nascimentos, segundo Romero.</p>
<p>O distúrbio pode causar dificuldades severas em controlar os músculos, incapacidade de caminhar, se movimentar ou engolir. Alguns pacientes também podem sofrer atrasos cognitivios e anormalidades no desenvolvimento.</p>
<p>Uma das principais causas da paralisia cerebral é o nascimento prematuro, mas a doença não costuma ser diagnosticada antes dos 2 anos.</p>
<p>&#8220;No momento em que fazemos o diagnóstico, há muito pouco que podemos fazer&#8221;, disse Romero, descrevendo a paralisia cerebral como &#8220;uma doença incurável por toda a vida&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/04/estudo-em-coelhos-consegue-tratar-paralisia-cerebral.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<item>
		<title>Hospital de SP testará coração artificial feito no Brasil</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=365</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=365#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 19:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[coração artificial]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinco pacientes foram escolhidos para receber o aparelho.
Operação dá sobrevida a quem espera por transplante e não é definitiva.
Um novo modelo de coração artificial feito no Brasil recebeu autorização para ser testado em humanos. Cinco pacientes já foram escolhidos para receber o aparelho, que foi desenvolvido no Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo. As cirurgias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cinco pacientes foram escolhidos para receber o aparelho.<br />
Operação dá sobrevida a quem espera por transplante e não é definitiva.</em></p>
<p>Um novo modelo de coração artificial feito no Brasil recebeu autorização para ser testado em humanos. Cinco pacientes já foram escolhidos para receber o aparelho, que foi desenvolvido no Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo. As cirurgias serão feitas no próprio hospital, que é uma unidade da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.</p>
<p>Os pacientes indicados para a operação têm insuficiência cardíaca aguda ou descompensada e já não respondem bem aos medicamentos, mas devem estar em condições clínicas e psicossociais aceitáveis. A operação é contraindicada para pessoas com mais de 65 anos ou menos de 40 kg, por exemplo.</p>
<p>O coração artificial não substitui o natural, mas dá uma sobrevida aos pacientes que estão na fila para um transplante. Nesses testes, ele deve auxiliar o funcionamento do coração natural. Para que isto aconteça, ele deverá ficar ligado por, no mínimo, 30 dias.</p>
<p>O aparelho fica acoplado ao coração e ajuda a bombear o sangue para o corpo. Para isto, ele precisa de energia elétrica, que é fornecida por uma bateria presa na cintura do paciente. A bateria dura apenas duas horas. No restante do tempo, é possível ligar esta bateria na tomada.</p>
<p>O coração artificial desenvolvido no Brasil obteve bons resultados nas experiências com animais de grande porte, como bois e cavalos. A licença para os testes em humanos foi cedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>Além do Dante Pazzanese, o Hospital do Coração (HCor), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Saúde colaboraram na pesquisa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/04/hospital-de-sp-testara-coracao-artificial-feito-no-brasil.html" target="_blank">G1</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Formiga doente &#8216;vacina&#8217; o resto da colônia, mostra estudo</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=362</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=362#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 19:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[colônia]]></category>

		<category><![CDATA[Formiga doente]]></category>

		<category><![CDATA[Vacina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=362</guid>
		<description><![CDATA[Insetos espalham causador da doença entre si em pequenas doses.
Como na vacinação em humanos, medida estimula o sistema imunológico.
Um estudo publicado nesta terça-feira (3) mostra que os formigueiros passam por um tipo de campanha de vacinação quando um membro da colônia adquire uma infecção. Segundo os cientistas, o processo natural é eficaz.
Tudo começa quando uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Insetos espalham causador da doença entre si em pequenas doses.<br />
Como na vacinação em humanos, medida estimula o sistema imunológico.</em></p>
<p>Um estudo publicado nesta terça-feira (3) mostra que os formigueiros passam por um tipo de campanha de vacinação quando um membro da colônia adquire uma infecção. Segundo os cientistas, o processo natural é eficaz.</p>
<p>Tudo começa quando uma das formigas é infectada por um agente externo que provoca uma doença – na pesquisa, os cientistas usaram um fungo. Em vez de evitar o indivíduo infectado, as demais formigas tomam conta dele, lambendo o fungo para retirá-lo.</p>
<p>A tentativa de cura nem sempre funciona para a formiga infectada, mas é importante para o resto da colônia. O fungo se espalha em pequenas quantidades e pode até provocar reações, mas não o suficiente para matar.</p>
<p>As formigas expostas ao fungo desenvolvem o sistema imunológico contra ele. Caso, no futuro, ela venha a se deparar com o mesmo fungo novamente, sua defesa natural saberá combatê-lo e evitar a doença.</p>
<p>Nos humanos, é exatamente isto que a vacina faz. Um agente – normalmente um vírus ou bactéria – é colocado dentro do corpo em uma forma morta ou atenuada, que serve para preparar o sistema imunológico para a ameaça de verdade.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/04/formiga-doente-vacina-o-resto-da-colonia-mostra-estudo.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<item>
		<title>Droga contra câncer ativa memória de ratos com Alzheimer, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=358</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=358#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 19:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>

		<category><![CDATA[cancer]]></category>

		<category><![CDATA[droga]]></category>

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		<description><![CDATA[Roedores mais velhos receberam droga por apenas três meses.
Descoberta poderia ajudar no tratamento da doença em estágio inicial.
Da France Presse
Cientistas americanos afirmaram nesta terça-feira (13) que um remédio contra o câncer melhorou a memória de ratos mais velhos que sofrem de Alzheimer. A descoberta, publicada no periódico &#8220;Journal of Neuroscience&#8221;, representaria um avanço na busca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Roedores mais velhos receberam droga por apenas três meses.<br />
Descoberta poderia ajudar no tratamento da doença em estágio inicial.</em></p>
<p>Da France Presse</p>
<p>Cientistas americanos afirmaram nesta terça-feira (13) que um remédio contra o câncer melhorou a memória de ratos mais velhos que sofrem de Alzheimer. A descoberta, publicada no periódico &#8220;Journal of Neuroscience&#8221;, representaria um avanço na busca de tratamento a doença.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a droga epotilona, ou EpoD, parece estabilizar microtúbulos que transportam nutrientes nas células nervosas. O rompimento destes túbulos provoca &#8220;emaranhados&#8221; nas células nervosas.</p>
<p>Estudo anterior realizado pelos mesmos cientistas havia mostrado que o EpoD pode para evitar o declínio cognitivo em roedores jovens, criados para apresentar sintomas como os do Alzheimer.</p>
<p>&#8220;A EpoD entra rapidamente no cérebro, onde parece persistir por muito mais tempo do que no sangue. Isso pode explicar porque pequenas doses se mostraram eficazes e seguras no modelo do mal de Alzheimer em ratos&#8221;, explicou o autor que chefiou as pesquisas, Kurt Brunden.</p>
<p><strong>Humanos</strong></p>
<p>Os ratos foram tratados por apenas três meses. Provavelmente, os humanos teriam que ser tratados por muito mais tempo porque o Alzheimer é uma doença degenerativa crônica. Portanto, mais pesquisas precisam ser feitas para verificar se um tratamento mais longo seria nocivo.</p>
<p>No mês passado, cientistas também reportaram que outro medicamento contra o câncer, o bexaroteno, conseguiu reverter o Alzheimer em ratos. Roedores tratados com essa droga ficaram rapidamente mais espertos. A placa em seus cérebros que provocava o Alzheimer começou a sumir em questão de horas, destacou a pesquisa, publicada na revista científica americana &#8220;Science&#8221;.</p>
<p>Mas especialistas alertam que os modelos em ratos nem sempre são traduzidos com sucesso nos testes com pessoas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/droga-contra-cancer-ativa-memoria-de-ratos-com-alzheimer-diz-pesquisa.html" target="_blank">G1</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gel contra HIV para uso anal se mostra seguro após primeiros testes</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=354</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=354#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 20:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Gel]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenofovir é um antirretroviral já usado em comprimidos e gel vaginal.
Sem proteção, sexo anal tem risco até 20 vezes maior de transmissão.
Um gel contra o HIV feito para ser usado no reto foi considerado seguro e aceitável após uma primeira fase de testes. O produto ainda precisa passar por outras duas fases de testes mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tenofovir é um antirretroviral já usado em comprimidos e gel vaginal.<br />
Sem proteção, sexo anal tem risco até 20 vezes maior de transmissão.</em></p>
<p>Um gel contra o HIV feito para ser usado no reto foi considerado seguro e aceitável após uma primeira fase de testes. O produto ainda precisa passar por outras duas fases de testes mais abrangentes antes de ser lançado no mercado.</p>
<p>O tenofovir é um antirretroviral, que já é usado contra a Aids na forma de comprimidos ou de gel vaginal. O microbicida, como é chamado o gel usado com essa finalidade, é uma das abordagens da medicina para reduzir a transmissão do HIV pelo sexo.</p>
<p>O produto que está sendo testado é uma versão do gel vaginal com menos glicerina, o que o deixa mais adaptado para o reto. Sem proteção, o risco de transmissão do HIV pelo sexo anal é até 20 vezes maior que pelo sexo vaginal.</p>
<p>O estudo foi feito com 65 homens e mulheres em três pontos diferentes dos EUA. Alguns usaram o gel e outros usaram outros produtos, como base de comparação. Apenas 18% dos participantes apresentaram efeitos colaterais significativos, e 87% dos que usaram o produto disseram voltariam a utilizá-lo no futuro.</p>
<p>“Os resultados mostram que a versão adaptada ao reto do tenofovir foi muito mais bem tolerada do que a fórmula vaginal, quando usada no reto”, concluiu Ian McGowan, da Universidade de Pittsburgh, um dos responsáveis pelo estudo clínico.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/gel-contra-hiv-para-uso-anal-se-mostra-seguro-apos-primeiros-testes.html" target="_blank">G1</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cientistas descobrem substância na célula que freia metástase</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=350</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=350#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 12:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[cancer]]></category>

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		<description><![CDATA[Ausência de receptor celular faz com que o câncer se espalhe.
Pesquisa foi feita em ratos e publicada pela revista &#8216;Nature&#8217;.
Da EFE
Cientistas holandeses comprovaram que a perda de uma substância específica promove a metástase em um tipo de câncer de mama em ratos. Essa substância é um receptor celular de dependência &#8212; que controla a morte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ausência de receptor celular faz com que o câncer se espalhe.<br />
Pesquisa foi feita em ratos e publicada pela revista &#8216;Nature&#8217;.</em></p>
<p>Da EFE</p>
<p>Cientistas holandeses comprovaram que a perda de uma substância específica promove a metástase em um tipo de câncer de mama em ratos. Essa substância é um receptor celular de dependência &#8212; que controla a morte e a sobrevivência das células. Os resultados foram publicados pela revista científica &#8220;Nature&#8221;.</p>
<p>Uma equipe do Instituto do Câncer da Holanda estudou o papel deste receptor, codificado no gene DCC, na evolução destes tumores mamários em ratos e concluiu que sua existência impede a expansão da doença a outros tecidos, ao atuar como supressor das células do tumor.</p>
<p>Estudos anteriores já haviam antecipado que o DCC (câncer colorretal esporádico, na sigla em inglês) poderia proteger o organismo da aparição do câncer, ao induzir as células cancerígenas à autodestruição.</p>
<p>Este gene participa da morte celular (apoptose) de vários tipos de câncer além do colorretal, um processo do qual participam os receptores de dependência, cuja função é similar a de um sentinela: avaliar o estado das células e notificar que devem iniciar sua autodestruição se existe alguma anormalidade.</p>
<p>A equipe holandesa estudou a evolução de ratos com câncer de mama modificados geneticamente para que carecessem desse gene.</p>
<p>Assim, comprovaram que o processo de autodestruição das células de tumor destes roedores piorava, e elas passaram a sobreviver mais.</p>
<p>Segundo o bioquímico e diretor do Instituto do Câncer da Holanda, Anton Berns, a perda deste gene não afeta o desenvolvimento do tumor primário, mas facilita sua metástases, ou seja, sua aparição em outros tecidos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/cientistas-descobrem-substancia-na-celula-que-freia-metastase.html" target="_blank">G1</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil quer se tornar membro de centro europeu que cuida do LHC</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=347</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=347#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[centro europeu]]></category>

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		<description><![CDATA[Laboratório é onde ocorre a busca pela &#8216;partícula de Deus&#8217;.
Ministério estuda como obter verba para pagar cota de participação.
Eduardo Carvalho
O Brasil está estudando como ter dinheiro para se tornar membro associado do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), que é responsável pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC), segundo uma comissão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Laboratório é onde ocorre a busca pela &#8216;partícula de Deus&#8217;.<br />
Ministério estuda como obter verba para pagar cota de participação.</em></p>
<p>Eduardo Carvalho</p>
<p>O Brasil está estudando como ter dinheiro para se tornar membro associado do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), que é responsável pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC), segundo uma comissão de trabalho convocada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para negociar a entrada do país na organização. A pasta está na fase final da avaliação da melhor forma de obter a verba para a filiação do país ao projeto.</p>
<p>Em entrevista concedida ao G1, o ministro da Ciência, Marco Antonio Raupp, recém-empossado, afirmou que o governo trabalha em uma forma de “engenharia financeira” para conseguir a aprovação do investimento necessário para a entrada no Cern.</p>
<p>&#8220;Estamos trabalhando para construir uma ‘engenharia financeira’ para [...] a vinculação do Brasil ao Cern. Precisamos reforçar nossa base de conhecimento, visando a ampliação e qualificação da mão de obra científica&#8221;, afirmou Raupp.</p>
<p>Após a entrevista, o repórter do G1 conversou com Ronald Cintra Schellard, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e presidente da comissão que prepara a documentação necessária &#8212; que deve ser entregue ao centro europeu até março.</p>
<p>Se for aprovado, o país terá que pagar uma cota anual para ser considerado membro do projeto &#8212; esse valor ainda precisa ser definido pelo Cern, mas há dois anos era de aproximadamente US$ 15 milhões ao ano.</p>
<p>O número é obtido a partir de um cálculo já estipulado pelo conselho do Cern, que utiliza o Produto Interno Bruto (PIB) das nações como referência. No caso do Brasil, que será membro associado, será equivalente a 10% do total pago pelos países que já possuem cadeira efetiva no conselho como Alemanha, Reino Unido e Portugal.<span id="more-347"></span></p>
<p>O Cern é uma organização internacional que gerencia o maior laboratório de física de partículas do mundo. A estrela desse laboratório é o acelerador de partículas LHC, o maior projeto de cooperação científica mundial e também a maior ferramenta já construída pelo homem (entenda seu funcionamento). É no LHC que dois grupos de pesquisa independentes estão à procura do bóson de Higgs, apelidado de a &#8220;partícula de Deus&#8221;.</p>
<p>De acordo com Schellard, esse relatório terá dados sobre estrutura de pesquisa, número de cientistas e indústrias voltadas ao setor existentes no país. &#8220;Nós negociamos os termos com o Cern, mas devido à falta de recursos [do ministério], esse ingresso ficou interrompido por um tempo&#8221;, disse Schellard.</p>
<p>Segundo ele, mesmo sem ser membro efetivo, o Brasil já conta com mais de cem pesquisadores ligados aos experimentos realizados pelo Centro Europeu. &#8220;É a maior equipe entre as nações que não são membros permanentes no Conselho Superior&#8221;, afirma.</p>
<p>De acordo com Sérgio Novaes, professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e pesquisador do Cern, o país teria vantagens científicas ao participar efetivamente do projeto. “Abre possibilidades interessantes de retorno do investimento feito pelo Brasil.</p>
<p>Não somente em bolsas científicas e posições de pesquisa, mas também em relação à indústria nacional, que passa a ter ‘carta branca’ para participar de licitações para fornecimento de serviços e equipamentos em diversas áreas do Cern [entre elas o LHC]”, disse.</p>
<p><strong>Entrevista com o ministro</strong></p>
<p>Há 11 dias no cargo, Marco Antonio Raupp substituiu Aloizio Mercadante, que foi para o Ministério da Educação.</p>
<p>Além do Cern, Raupp conversou com o G1 sobre outros temas da nova gestão do ministério.<br />
Segundo ele, as decisões tomadas por seu antecessor serão continuadas “já que o governo é o mesmo”. A meta é cumprir entre 2012 e 2015 o que foi definido na Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação. “Vamos nos esforçar para executar essa programação”, disse.</p>
<p>O físico afirma que vai tentar elevar a quantidade de recursos humanos na área científica do país e estabelecer nova infraestrutura para pesquisa. Isso tendo nos cofres um montante de R$ 8,5 bilhões, que corre risco de sofrer restrições devido à recessão econômica no exterior.</p>
<p>“Ano passado tivemos cortes. Esse ano já superamos, mas estamos na expectativa se vamos executá-lo [o orçamento] plenamente ou com restrições. Está em jogo a gestão da política econômica, a qual vamos nos adaptando.”, disse o ministro.</p>
<p>Ex-presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Raupp afirma que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) vai se tornar um braço da agência.</p>
<p>A proposta anterior, de fusão das duas instituições, foi descartada. “Saímos desse modelo porque achamos que não era conveniente. O que será encaminhado não só para o Inpe, mas para todos os institutos do MCTI é uma vinculação com as agências e secretarias. O Inpe ficará vinculado à AEB. [...] O Inpe mantém sua identidade como instituição de pesquisa do MCT”, afirmou.</p>
<p>Um dos principais desafios da agência espacial é a construção de um veículo lançador de satélites nacional. O VLS terá lançamentos não-operacionais até o final de 2012, segundo o ministro, com o apoio de empresas russas. Se tudo der certo, a fabricação do foguete completo deve acontecer a partir de 2018.</p>
<p>Raupp falou também sobre a produção de iPads no Brasil, pela multinacional Foxconn. Segundo ele, a pasta espera que as questões burocráticas sobre a instalação da fábrica se resolvam até o fim de junho.</p>
<p>“Este processo corre nos ministérios da Indústria e Comércio e Fazenda. Teve um esforço do ministro Mercadante em atrair a empresa, que tem a intenção de implantar fábricas. Mas agora, na negociação entra os municípios candidatos e os estados que vão oferecer condições para atrair a companhia. O MCT articulou tudo, mas sobre os agentes de financiamento e outras questões, outros ministérios têm que resolver. A nossa expectativa é que até o fim do primeiro semestre tudo se resolva”, afirmou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/brasil-quer-se-tornar-membro-de-centro-europeu-que-cuida-do-lhc.html" target="_blank">G1</a></p>
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