<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Compre Anticorpos-Anticorpo-HPLC-Reagentes-Sala Limpa-Septos-Holders</title>
	<atom:link href="http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 20:00:11 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Anticorpo Química em célula</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=200</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=200#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 20:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Merck]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=200</guid>
		<description><![CDATA[Os anticorpos estão presentes no plasma e são produzidos quando certo antígeno fica em contato com o sistema imunológico dos seres humanos, o mesmo contém o mecanismo para neutralizar os antígenos e produzir anticorpos. Eles atacam os antígenos que causam as doenças.
Os anticorpos produzidos pelo corpo irão combater somente os efeitos necessários, exemplo, se uma pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a class="relaciona" href="http://www.colegioweb.com.br/biologia/anticorpos">anticorpos</a> estão presentes no plasma e são produzidos quando certo antígeno fica em contato com o sistema imunológico dos seres humanos, o mesmo contém o mecanismo para neutralizar os antígenos e produzir anticorpos. Eles atacam os antígenos que causam as doenças.</p>
<p>Os anticorpos produzidos pelo corpo irão combater somente os efeitos necessários, exemplo, se uma pessoa for picada por um borrachudo (inseto), os anticorpos irão combater somente os efeitos originados pelo borrachudo, ou seja, não irá servir de defesa para nenhuma picada de outro inseto. Eles não deixam que os microorganismos se multipliquem, impedindo a ação das toxinas.</p>
<p>Existe uma reação chamada Antígeno-Anticorpo, que quer dizer que certo anticorpo torna apenas o antígeno responsável pela sua formação.</p>
<p>Existe uma resposta imune dividida por anticorpos (IA), que é quando através dos anticorpos que denominam a destruição pelos linfócitos, os antígenos se neutralizam.</p>
<p>Fonte: CoégioWeb</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=200</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Anticorpos podem ser a chave para a criação de vacina contra o vírus da Aids</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=198</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=198#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 14:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=198</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: O Globo com Science
ESTADOS UNIDOS- Dois potentes anticorpos naturais anteriormente desconhecidos podem ser a chave para a criação de uma vacina contra o HIV-1,vírus que provoca a Aids, revelam artigos publicados na edição desta semana da revista &#8220;Science&#8221;. Cientistas do Instituto Nacional de Alergias e Doenças
Infecciosas dos EUA conseguiram isolar as duas moléculas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fonte: O Globo com Science</em><br />
ESTADOS UNIDOS- Dois potentes <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos</a> naturais anteriormente desconhecidos podem ser a chave para a criação de uma vacina contra o HIV-1,vírus que provoca a Aids, revelam artigos publicados na edição desta semana da revista &#8220;Science&#8221;. Cientistas do Instituto Nacional de Alergias e Doenças<br />
Infecciosas dos EUA conseguiram isolar as duas moléculas no sangue de um paciente contaminado, que foram batizadas VRC01 e VRC02. Ambas seriam<br />
capazes de impedir a disseminação do vírus pelas células do sistema imunológico ao se conectarem com um receptor usado pelo vírus para se juntar a estas<br />
células e infectá-las.</p>
<p>- Estou mais otimista em relação à uma vacina contra a Aids hoje do que provavelmente jamais estive nos últimos dez anos - afirmou Gary Nabel, do<br />
Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, coordenador do estudo.</p>
<p>Um dos principais desafios na criação de uma vacina contra o HIV que funcione em qualquer parte do mundo está no fato de o vírus da Aids, assim como o<br />
da gripe, sofrer mutações constantes, como forma de enganar o sistema imunológico. Como consequência, é enorme o número de variantes do HIV em<br />
circulação. Os <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos </a>descobertos, no entanto, imitam a forma como as células CD4, do sistema imunológico, se acoplam a uma estrutura que está<br />
presente em quase todos os subtipos conhecidos do HIV.</p>
<p>- Os <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos </a>se conectam com uma parte virtualmente imutável do vírus e isso explica por que podem neutralizar uma gama tão extraordinária de<br />
variantes - explica o médico John R. Mascola, vice-diretor do Centro de Pesquisa de Vacinas do instituto americano e um dos autores do estudo.<br />
Ataque contra 90% dos subtipos do HIV</p>
<p>Segundo os cientistas, os<a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php"> anticorpos </a>impediram em laboratório que mais de 90% de todas as variantes do HIV contaminassem células do sistema<br />
imunológico, podendo ser usados tanto na fabricação de uma vacina quanto na criação de novos métodos de tratamento. Além disso, o método utilizado<br />
para isolar os<a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php"> anticorpos</a> poderá ser usado na pesquisa de outras moléculas do tipo que combatam doenças diferentes.</p>
<p>- A descoberta destes anticorpos tão abrangentes e a análise estrutural de como eles funcionam são importantes avanços que vão acelerar nossos esforços<br />
para encontrar uma vacina preventiva contra o HIV de uso global. Mas também a técnica usada pela nossa equipe para encontrá-los representa uma nova<br />
estratégia que pode ser usada na formulação de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas - destacou Anthony S. Fauci, diretor do instituto.</p>
<p>Os pesquisadores encontraram os <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos</a> por meio de uma nova marcação molecular desenvolvida pelo próprio instituto que permitiu acharem as<br />
células específicas do sistema imunológico que os produzem. Posteriormente, eles determinaram a estrutura atômica da forma como o VRC01 se conecta<br />
com o HIV. Com isso, afirmam, já começaram a desenhar componentes de uma possível vacina que ensine o corpo humano a criar <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos</a> similares ao<br />
VRC01 e efetivamente previna a contaminação.</p>
<p>Os <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos </a>até então desconhecidos foram encontrados em pacientes chamados não-progressores, ou seja, aqueles que, embora estejam infectados pelo<br />
vírus, não desenvolvem a doença. Cientistas estudam o sistema imunológico dessas pessoas em busca de pistas para o combate e a prevenção da doença.<br />
Aparentemente, no entanto, o organismo só produz tais <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos </a>depois da infecção. Ou seja, a doença pode não se desenvolver, mas o vírus está lá. Uma<br />
vacina, no entanto, poderia ajudar o organismo a ter uma resposta mais rápida.</p>
<p>- Essa é parte do problema que temos ao lidar com o HIV. Quando a pessoa é infectada, o vírus está sempre à frente do sistema imunológico - explicou<br />
Nabel. - O que estamos tentando fazer é uma vacina que chegue antes do vírus.</p>
<p><strong>Mais de 33 milhões estão infectados</strong></p>
<p>Atualmente, mais de 33 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com o HIV e pelo menos 2,7 milhões são contaminadas pelo vírus por ano. E,<br />
apesar da expansão do tratamento para nações mais pobres, só uma em cada oito pessoas infectadas tem algum acesso a terapias antirretrovirais, enquanto<br />
muitas mais estão expostas devido à falta de medidas preventivas contra sua disseminação, principalmente na África.</p>
<p>Para tentar conter a epidemia e discutir novas alternativas de prevenção e tratamento, como os <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpos-reagentes-hplcprodutos.php">anticorpos </a>recém descobertos, mais de 20 mil pesquisadores<br />
de Aids vão se encontrar no fim deste mês em Viena. A escolha do local responde a uma nova fronteira de expansão do HIV, já que a capital austríaca é<br />
considerada a &#8220;porta de entrada&#8221; da Europa Oriental. Hoje, a região já tem mais de 1,5 milhão de pessoas contaminadas e a doença se espalha cada vez<br />
mais rápido em países como Rússia e Ucrânia, que concentram cerca de 90% dos doentes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=198</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pessoas produzem anticorpos naturais contra mal de Alzheimer, diz estudo</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=184</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=184#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>

		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=184</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.
Se for possível estimular mecanismo, casos de demência podem diminuir.
O organismo das pessoas saudáveis é capaz de produzir anticorpos que impedem a formação dos aglomerados de proteína responsáveis pelo mal de Alzheimer. A descoberta, relatada na revista científica &#8220;PNAS&#8221; por uma equipe internacional de pesquisadores, abre novas perspectivas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.</em></p>
<p>Se for possível estimular mecanismo, casos de demência podem diminuir.</p>
<p>O organismo das pessoas saudáveis é capaz de produzir <a href="http://www.cwscientifica.com.br">anticorpos </a>que impedem a formação dos aglomerados de proteína responsáveis pelo mal de Alzheimer. A descoberta, relatada na revista científica &#8220;PNAS&#8221; por uma equipe internacional de pesquisadores, abre novas perspectivas para entender e prevenir essa doença neurodegenerativa devastadora, para a qual ainda não há cura conhecida.</p>
<p>O mal de Alzheimer é causado pelo acúmulo de uma versão mal-ajambrada da proteína beta-amilóide no interior dos neurônios do cérebro. Esses aglomerados basicamente fazem com que as células cerebrais &#8220;explodam&#8221;, levando ao lento declínio das funções mentais, a chamada demência.</p>
<p>A equipe liderada por T. Wyss-Coray, da Escola de Medicina da Universidade Stanford, viu que o plasma sanguíneo e o fluido da medual espinhal de pessoas saudáveis produz <a href="http://www.cwscientifica.com.br">anticorpos</a> contra as fases iniciais dos aglomerados de beta-amilóide. Esses anticorpos provavelmente ajudam o organismo a reconhecer e atacar a proteína antes que ela se torne um problema real.</p>
<p>Os pesquisadores também descobriram que essa produção de <a href="http://www.cwscientifica.com.br">anticorpos </a>parece diminuir conforme a idade avança. Se for possível estimular o organismo a continuar a produzi-los, será possível criar uma forma direta de prevenção para o mal de Alzheimer.</p>
<p>Fonte:Reinaldo José Lopes - G1</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=184</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Grupo americano identifica novos anticorpos contra Aids</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=182</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=182#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 May 2010 18:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=182</guid>
		<description><![CDATA[
Descoberta abre novo caminho para desenvolvimento de vacina. Anticorpos combinam potência e amplitude de reação, diz estudo.

Um grupo de cientistas americanos identificou novos anticorpos que defendem o organismo contra o HIV, o vírus causador da Aids. O artigo descrevendo o achado foi publicado nesta quinta-feira (3) no site da revista “Science”. A partir de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<em>Descoberta abre novo caminho para desenvolvimento de vacina. <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpo-anticorpos.php" target="_blank">Anticorpos</a> combinam potência e amplitude de reação, diz estudo.</em></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Um grupo de cientistas americanos identificou novos <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpo-anticorpos.php" target="_blank">anticorpos </a>que defendem o organismo contra o HIV, o vírus causador da Aids. O artigo descrevendo o achado foi publicado nesta quinta-feira (3) no site da revista “Science”. A partir de um doador africano soropositivo, a equipe coordenada por Laura Walker, do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia (EUA), isolou dois <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpo-anticorpos.php" target="_blank">anticorpos</a> anteriormente não conhecidos. O achado, considerado um dos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a Aids, abre novo caminho no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.</p>
<p style="text-align: left;">A pesquisa constatou que os anticorpos (PG9 e PG16) parecem ser não só “muito potentes” na neutralização do vírus, como capazes de bloquear a ação de uma grande variedade de subtipos do HIV, uma gama de alvos que supera a de <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpo-anticorpos.php" target="_blank">anticorpos</a> já avaliados. O PG9 combateu com sucesso 127 de 162 subtipos (78%). O PG16, 119 de 162 (73%).</p>
<p style="text-align: left;">Os <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpo-anticorpos.php" target="_blank">anticorpos </a>atuam como uma espécie de chave para uma cadeado viral oculto, reconhecendo um padrão em uma proteína do HIV que não havia ainda sido descrita pela ciência. Tanto a identificação dos <a href="http://www.cwscientifica.com.br/anticorpo-anticorpos.php" target="_blank">anticorpos </a>quanto do “cadeado” constituem um novo alvo no desenvolvimento futuro de uma vacina contra o vírus da Aids.</p>
<p style="text-align: left;">Os cientistas analisaram 1,8 mil pacientes de Tailândia, Austrália, Reino Unido, Estados Unidos e de uma série de países da África subsaariana.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: right">Do G1, em São Paulo </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=182</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pessoas produzem anticorpos naturais contra mal de Alzheimer, diz estudo</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=179</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=179#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[an]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=179</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.
Se for possível estimular mecanismo, casos de demência podem diminuir.
O organismo das pessoas saudáveis é capaz de produzir anticorpos que impedem a formação dos aglomerados de proteína responsáveis pelo mal de Alzheimer. A descoberta, relatada na revista científica &#8220;PNAS&#8221; por uma equipe internacional de pesquisadores, abre novas perspectivas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.<br />
Se for possível estimular mecanismo, casos de demência podem diminuir.<br />
<span id="more-179"></span>O organismo das pessoas saudáveis é capaz de produzir anticorpos que impedem a formação dos aglomerados de proteína responsáveis pelo mal de Alzheimer. A descoberta, relatada na revista científica &#8220;PNAS&#8221; por uma equipe internacional de pesquisadores, abre novas perspectivas para entender e prevenir essa doença neurodegenerativa devastadora, para a qual ainda não há cura conhecida.</p>
<p> </p>
<p>O mal de Alzheimer é causado pelo acúmulo de uma versão mal-ajambrada da proteína beta-amilóide no interior dos neurônios do cérebro. Esses aglomerados basicamente fazem com que as células cerebrais &#8220;explodam&#8221;, levando ao lento declínio das funções mentais, a chamada demência.</p>
<p> </p>
<p>A equipe liderada por T. Wyss-Coray, da Escola de Medicina da Universidade Stanford, viu que o plasma sanguíneo e o fluido da medual espinhal de pessoas saudáveis produz anticorpos contra as fases iniciais dos aglomerados de beta-amilóide. Esses anticorpos provavelmente ajudam o organismo a reconhecer e atacar a proteína antes que ela se torne um problema real.</p>
<p> </p>
<p>Os pesquisadores também descobriram que essa produção de anticorpos parece diminuir conforme a idade avança. Se for possível estimular o organismo a continuar a produzi-los, será possível criar uma forma direta de prevenção para o mal de Alzheimer.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=179</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Identificados Anticorpos para HIV</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=176</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=176#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 18:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Merck]]></category>

		<category><![CDATA[an]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=176</guid>
		<description><![CDATA[Cientistas norte-americanos identificaram dois novos anticorpos que poderão dar origem ao desenvolvimento de uma vacina contra o vírus da sida, revela um estudo publicado na revista “Science”.
A equipa liderada por Laura Walker, do Scripps Research Institute, em San Diego, EUA, isolou dois anticorpos nunca antes identificados, a partir de um dador africano seropositivo.
Os cientistas analisaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="text-common">Cientistas norte-americanos identificaram dois novos <a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">anticorpos</a> que poderão dar origem ao desenvolvimento de uma vacina contra o<a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank"> vírus </a>da sida, revela um estudo publicado na revista “Science”.</p>
<p>A equipa liderada por Laura Walker, do Scripps Research Institute, em San Diego, EUA, isolou dois anticorpos nunca antes identificados, a partir de um dador africano seropositivo.</p>
<p>Os cientistas analisaram 1,8 mil pacientes na Tailândia, Austrália, Reino Unido, EUA e em vários países da África subsaariana.</p>
<p>Foi verificado que os anticorpos, denominados PG9 e PG16, parecem ser muito eficazes na neutralização do <a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">vírus</a> e também têm a capacidade de bloquear a actividade de uma grande variedade de subtipos do HIV: dos 162 subtipos, o PG9 combateu com êxito 127 (78%) e o PG16, 119 (73%).</p>
<p>Antes da identificação destes dois anticorpos, apenas tinham sido isolados outros quatro, facto que ocorreu há mais de 10 anos.</p>
<p>Segundo o estudo, estes anticorpos são produzidos apenas por uma minoria das pessoas infectadas e são distintos de outros anticorpos do HIV, dado terem a capacidade de neutralizar uma percentagem elevada dos subtipos de vírus em circulação no mundo.</p>
<p>O estudo foi recebido com entusiasmo pela imprensa mundial, a qual considera que este é um dos estudos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a sida, ao abrir um novo caminho para o desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.</p>
<p> </p>
<p class="text-common" style="text-align: right;"><em>Fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=176</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas desenvolvem super anticorpos</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=173</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=173#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 13:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

		<category><![CDATA[an]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>

		<category><![CDATA[Vírus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=173</guid>
		<description><![CDATA[Cientistas canadianos estão a desenvolver super-anticorpos com capacidade para se inserirem no interior das células infectadas e atacar bactérias e vírus.
Cientistas canadianos estão a desenvolver super-anticorpos com capacidade para se inserirem no interior das células infectadas e atacar bactérias e vírus.
Esta investigação, publicada na New Scientist, poderá conduzir a uma série de novos tratamentos, incluindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas canadianos estão a desenvolver super-anticorpos com capacidade para se inserirem no interior das <a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">células infectadas </a>e atacar bactérias e vírus.<br />
<a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">Cientistas</a> canadianos estão a desenvolver super-<a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">anticorpos </a>com capacidade para se inserirem no interior das células infectadas e atacar bactérias e vírus.</p>
<p>Esta investigação, publicada na New Scientist, poderá conduzir a uma série de novos<a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank"> tratamentos</a>, incluindo contra o VIH.</p>
<p>O único inconveniente, defendem os especialistas, é que estes anticorpos são difíceis de desenvolver e têm de ser injectados já que não sobrevivem no estômago.</p>
<p> </p>
<p><em>Fonte:Saúde Saupo</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=173</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Células Tronco e terapia genética</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=167</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=167#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 12:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[antivirús]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=167</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista Revista Veja On-line, sobre Células Tronco e terapia genética.
A senhora poderia escrever um pouco sobre esse novo trabalho de cientistas japoneses com o cromossomo humano artificial (HAC)? Quais os prós e os contras? Qual o tempo estimado para os testes com humanos?
(Rosana)
Li recentemente uma notícia sobre um trabalho de pesquisadores japoneses utilizando células-tronco multipotentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista Revista Veja On-line, sobre Células Tronco e terapia genética.</p>
<p>A senhora poderia escrever um pouco sobre esse novo trabalho de cientistas japoneses com o cromossomo humano artificial (HAC)? Quais os prós e os contras? Qual o tempo estimado para os testes com humanos?<span id="more-167"></span><br />
(Rosana)</p>
<p>Li recentemente uma notícia sobre um trabalho de pesquisadores japoneses utilizando células-tronco multipotentes induzidas e os HAC para, segundo a pesquisa, alcançar a marca de 90% de expressão de distrofina em camundongos mdx. Seria possível nos falar mais sobre a experiência, e dar uma ideia das dificuldades que a técnica enfrentará?<br />
(Marcelo D. Padilha de Oliveira)</p>
<p>Na semana passada contamos a história de Julio Rocha, hoje artista da TV Globo, que teve um irmão, José, com distrofia de Duchenne (DMD). Só recordando: a DMD é uma doença genética que só afeta o sexo masculino. Os meninos nascem com uma mutação em um gene que causa ausência de uma proteína muscular chamada distrofina, fundamental para o músculo. Sem a distrofina, o músculo degenera e há uma fraqueza progressiva.</p>
<p>Existem milhares de cientistas ao redor do mundo trabalhando em pesquisas com o objetivo de achar uma cura para a DMD. Sabe-se que, quanto maior a quantidade de distrofina no músculo, mais leve é o quadro clínico. Portanto o objetivo é aumentar a quantidade dessa proteína no músculo dos pacientes afetados.</p>
<p>Pesquisadores japoneses acabam de publicar um trabalho inovador mostrando que é possível corrigir o defeito genético associando células-tronco e terapia gênica. A pesquisa foi feita com a distrofia de Duchenne, mas a boa notícia é que essa tecnologia poderia ser aplicada a muitas doenças genéticas.</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">Como usar células-tronco de pessoas com doenças genéticas?</span></strong></p>
<p>Um dos objetivos das células-tronco é a regeneração ou substituição de tecidos, o futuro da medicina regenerativa. Do mesmo modo que se “troca” um coração que não está funcionando bem por um saudável, estamos trabalhando para substituir células defeituosas por outras normais. O problema é que, no caso de doenças genéticas, não é possível usar as células da própria pessoa, porque todas possuem o gene com a mutação (ou erro genético) que causou aquela doença. Como contornar isso?</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">Células-tronco de pacientes podem ser usadas associadas à terapia gênica</span></strong></p>
<p>As células-tronco de pessoas afetadas por doenças genéticas são um verdadeiro laboratório de pesquisas, abrindo novos caminhos para futuros tratamentos. E o que é melhor: elas permitem testar inúmeras estratégias para tentar corrigir o defeito genético e acompanhar o efeito diretamente na célula . Foi o que fizeram os pesquisadores japoneses com a distrofia muscular de Duchenne (DMD). A pesquisa foi feita primeiro com camundongos que têm uma distrofia semelhante à humana (mdx) e com um paciente afetado. Para não complicar, vou falar só do que foi feito com o paciente.</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">O primeiro passo foi obter linhagens com mutações que causam distrofia tipo Duchenne (DMD)</span></strong></p>
<p>O paciente, um menino com DMD, tinha uma deleção (perda de um pedaço) grande no gene da distrofina. Foram retiradas células da sua pele (fibroblastos) que foram reprogramadas para se diferenciarem em diversas linhagens celulares, inclusive células musculares - as chamadas células IPS, do inglês <em>induced pluripotent stem-cells</em>. O próximo passo foi introduzir um gene normal da distrofina nessas células, contido em um chamado cromossomo artificial humano (HAC- <em>human artificial chromosome</em>).</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">As células reprogramadas formaram vários tecidos</span></strong></p>
<p>O passo seguinte foi verificar se as células conseguiam formar diferentes tecidos e se estes expressavam a proteína de tamanho normal. O experimento mostrou-se um sucesso: células musculares derivadas tinham a distrofina saudável. Embora todo o experimento tenha sido feito no laboratório, e precise ser comprovado em vivo, trata-se de mais uma estratégia visando o tratamento das distrofias e de outras doenças genéticas.</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">O centro de estudos do genoma humano está obtendo linhagens de pacientes com doenças genéticas</span></strong></p>
<p>Um dos nossos objetivos no centro de estudos do Genoma Humano é o de derivar linhagens celulares de pacientes com doenças genéticas e testar diferentes terapias nessas células. Acompanhar o sucesso de experimentos como esse é animador. Ainda não podemos saber quanto tempo teremos de esperar para poder usar essa estratégia na clínica. Mas é mais um tijolinho que se acrescenta na direção da cura.</p>
<p class="assinaturaPost">Por Mayana Zatz</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=167</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Microcápsulas ajudam cientistas a recuperar ossos usando células-tronco</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=163</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=163#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 13:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[cientista]]></category>

		<category><![CDATA[Cromatografia Liquida de Alta Eficiência]]></category>

		<category><![CDATA[Vírus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=163</guid>
		<description><![CDATA[Objetos levam substâncias que fazem células se transformarem. Experimento foi feito em rato por pesquisadores franceses.
Cientistas franceses contaram com a ajuda da nanotecnologia para conseguir implantar células-tronco em ossos de um rato. Usando cápsulas mil vezes menores que um milímetro eles conseguiram dosar com precisão os ingredientes para transformar células indiferenciadas em tecido ósseo. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">Objetos levam substâncias que fazem células se transformarem. Experimento foi feito em rato por pesquisadores franceses.<span id="more-163"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">Cientistas </a>franceses contaram com a ajuda da nanotecnologia para conseguir implantar células-tronco em ossos de um rato. Usando cápsulas mil vezes menores que um milímetro eles conseguiram dosar com precisão os ingredientes para transformar células indiferenciadas em tecido ósseo. A experiência abre novos caminhos o tratamento de doenças como o câncer nos ossos e a osteoporose.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">As cápsulas utilizadas pelos <a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">cientistas</a> têm o formato de um dedal, e levam duas camadas de substâncias diferentes que induzem células-tronco a se especializarem, tornando-se células ósseas. Os pesquisadores misturaram essas partículas a células-tronco embrionárias e um gel, e injetaram entre a pele e o osso lesionado de um rato.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">De acordo com os cientistas – a maioria deles ligada ao Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM) – a experiência só obteve êxito porque as microcápsulas foram degradadas aos poucos, liberando no momento certo as substâncias necessárias para cada etapa da formação das células ósseas. O mesmo teste teria sido feito sem as cápsulas, e não deu certo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">Ao final do experimento feito com as micropartículas, descrito em <a href="http://www.cwscientifica.com.br" target="_blank">artigo científico </a>na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a região onde as células foram injetadas havia formado tecido ósseo, e vasos sanguíneos já estavam se moldado e se infiltrando no implante.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">Segundo os pesquisadores, as substâncias químicas usadas nas cápsulas eram muito simples, o que torna o procedimento fácil de ser controlado e reproduzido.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Fonte: G1 ..:Lg:..</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=163</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas descobrem anticorpos que podem ajudar a criar vacina contra a Aids</title>
		<link>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=160</link>
		<comments>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=160#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 18:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Merck]]></category>

		<category><![CDATA[an]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpo]]></category>

		<category><![CDATA[Anticorpos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cwscientifica.com.br/blog/?p=160</guid>
		<description><![CDATA[Revista Veja



Uma equipe de cientistas americanos descobriu dois novos anticorpos poderosos que poderiam ajudar a criar uma vacina contra o vírus da Aids. Estudos a respeito dos avanços na área serão publicados na edição da revista americana Science desta sexta-feira.


Estes anticorpos chamados &#8220;bNAbs&#8221; têm capacidade ampliada de neutralização do HIV, considerado difícil de combater devido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="__dataconteudo" class="data" style="TEXT-ALIGN: right"><em>Revista Veja</em></p>
<p><script type="text/javascript"></script></p>
<div class="noticia">
<div id="__pp" style="display: block;">
<p>Uma equipe de cientistas americanos descobriu dois novos anticorpos poderosos que poderiam ajudar a criar uma vacina contra o vírus da Aids. Estudos a respeito dos avanços na área serão publicados na edição da revista americana <em>Science </em>desta sexta-feira.</div>
<div class="boxContextualizacao">
<div id="__linksrelacionados" class="linksRelacionados" style="display: block;">
<h6>Estes anticorpos chamados &#8220;bNAbs&#8221; têm capacidade ampliada de neutralização do HIV, considerado difícil de combater devido a suas rápidas e múltiplas mutações. O processo utilizado na pesquisa deverá revelar as fraquezas do vírus.</h6>
</div>
</div>
<div id="__conteudo">
<p>&#8220;Agora que identificamos estes dois anticorpos, temos condições de encontrar outros, o que deve acelerar os esforços da comunidade mundial para desenvolver uma vacina contra a Aids&#8221;, destacou Wayne Koff, diretor de pesquisa e desenvolvimento da organização Iniciativa Mundial para uma Vacina contra a Aids (IAVI, na sigla em inglês).</p>
<p>PG9 e PG16, como foram batizadas as descobertas, apontam para uma parte do vírus da Aids que desempenha papel-chave para infectar as células humanas e não são sujeita a mudanças, o que explica seu forte poder de neutralização. Eles são produzidos por uma minoria de pessoas infectadas, de acordo com os pesquisadores.</p>
<p>Os cientistas trabalharam com mostras de sangue infectado de 1.800 voluntários em mais de 10 países, sete deles na África. O próximo passo é explorar a vulnerabilidade do HIV e testar novos enfoques para criar a vacina.</p>
<p><em>(Com agência France-Presse)</em></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cwscientifica.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=160</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
