Anticorpo Química em célula

agosto 27th, 2010 por admin

Os anticorpos estão presentes no plasma e são produzidos quando certo antígeno fica em contato com o sistema imunológico dos seres humanos, o mesmo contém o mecanismo para neutralizar os antígenos e produzir anticorpos. Eles atacam os antígenos que causam as doenças.

Os anticorpos produzidos pelo corpo irão combater somente os efeitos necessários, exemplo, se uma pessoa for picada por um borrachudo (inseto), os anticorpos irão combater somente os efeitos originados pelo borrachudo, ou seja, não irá servir de defesa para nenhuma picada de outro inseto. Eles não deixam que os microorganismos se multipliquem, impedindo a ação das toxinas.

Existe uma reação chamada Antígeno-Anticorpo, que quer dizer que certo anticorpo torna apenas o antígeno responsável pela sua formação.

Existe uma resposta imune dividida por anticorpos (IA), que é quando através dos anticorpos que denominam a destruição pelos linfócitos, os antígenos se neutralizam.

Fonte: CoégioWeb

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Fonte: O Globo com Science
ESTADOS UNIDOS- Dois potentes anticorpos naturais anteriormente desconhecidos podem ser a chave para a criação de uma vacina contra o HIV-1,vírus que provoca a Aids, revelam artigos publicados na edição desta semana da revista “Science”. Cientistas do Instituto Nacional de Alergias e Doenças
Infecciosas dos EUA conseguiram isolar as duas moléculas no sangue de um paciente contaminado, que foram batizadas VRC01 e VRC02. Ambas seriam
capazes de impedir a disseminação do vírus pelas células do sistema imunológico ao se conectarem com um receptor usado pelo vírus para se juntar a estas
células e infectá-las.

- Estou mais otimista em relação à uma vacina contra a Aids hoje do que provavelmente jamais estive nos últimos dez anos - afirmou Gary Nabel, do
Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, coordenador do estudo.

Um dos principais desafios na criação de uma vacina contra o HIV que funcione em qualquer parte do mundo está no fato de o vírus da Aids, assim como o
da gripe, sofrer mutações constantes, como forma de enganar o sistema imunológico. Como consequência, é enorme o número de variantes do HIV em
circulação. Os anticorpos descobertos, no entanto, imitam a forma como as células CD4, do sistema imunológico, se acoplam a uma estrutura que está
presente em quase todos os subtipos conhecidos do HIV.

- Os anticorpos se conectam com uma parte virtualmente imutável do vírus e isso explica por que podem neutralizar uma gama tão extraordinária de
variantes - explica o médico John R. Mascola, vice-diretor do Centro de Pesquisa de Vacinas do instituto americano e um dos autores do estudo.
Ataque contra 90% dos subtipos do HIV

Segundo os cientistas, os anticorpos impediram em laboratório que mais de 90% de todas as variantes do HIV contaminassem células do sistema
imunológico, podendo ser usados tanto na fabricação de uma vacina quanto na criação de novos métodos de tratamento. Além disso, o método utilizado
para isolar os anticorpos poderá ser usado na pesquisa de outras moléculas do tipo que combatam doenças diferentes.

- A descoberta destes anticorpos tão abrangentes e a análise estrutural de como eles funcionam são importantes avanços que vão acelerar nossos esforços
para encontrar uma vacina preventiva contra o HIV de uso global. Mas também a técnica usada pela nossa equipe para encontrá-los representa uma nova
estratégia que pode ser usada na formulação de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas - destacou Anthony S. Fauci, diretor do instituto.

Os pesquisadores encontraram os anticorpos por meio de uma nova marcação molecular desenvolvida pelo próprio instituto que permitiu acharem as
células específicas do sistema imunológico que os produzem. Posteriormente, eles determinaram a estrutura atômica da forma como o VRC01 se conecta
com o HIV. Com isso, afirmam, já começaram a desenhar componentes de uma possível vacina que ensine o corpo humano a criar anticorpos similares ao
VRC01 e efetivamente previna a contaminação.

Os anticorpos até então desconhecidos foram encontrados em pacientes chamados não-progressores, ou seja, aqueles que, embora estejam infectados pelo
vírus, não desenvolvem a doença. Cientistas estudam o sistema imunológico dessas pessoas em busca de pistas para o combate e a prevenção da doença.
Aparentemente, no entanto, o organismo só produz tais anticorpos depois da infecção. Ou seja, a doença pode não se desenvolver, mas o vírus está lá. Uma
vacina, no entanto, poderia ajudar o organismo a ter uma resposta mais rápida.

- Essa é parte do problema que temos ao lidar com o HIV. Quando a pessoa é infectada, o vírus está sempre à frente do sistema imunológico - explicou
Nabel. - O que estamos tentando fazer é uma vacina que chegue antes do vírus.

Mais de 33 milhões estão infectados

Atualmente, mais de 33 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com o HIV e pelo menos 2,7 milhões são contaminadas pelo vírus por ano. E,
apesar da expansão do tratamento para nações mais pobres, só uma em cada oito pessoas infectadas tem algum acesso a terapias antirretrovirais, enquanto
muitas mais estão expostas devido à falta de medidas preventivas contra sua disseminação, principalmente na África.

Para tentar conter a epidemia e discutir novas alternativas de prevenção e tratamento, como os anticorpos recém descobertos, mais de 20 mil pesquisadores
de Aids vão se encontrar no fim deste mês em Viena. A escolha do local responde a uma nova fronteira de expansão do HIV, já que a capital austríaca é
considerada a “porta de entrada” da Europa Oriental. Hoje, a região já tem mais de 1,5 milhão de pessoas contaminadas e a doença se espalha cada vez
mais rápido em países como Rússia e Ucrânia, que concentram cerca de 90% dos doentes.

Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.

Se for possível estimular mecanismo, casos de demência podem diminuir.

O organismo das pessoas saudáveis é capaz de produzir anticorpos que impedem a formação dos aglomerados de proteína responsáveis pelo mal de Alzheimer. A descoberta, relatada na revista científica “PNAS” por uma equipe internacional de pesquisadores, abre novas perspectivas para entender e prevenir essa doença neurodegenerativa devastadora, para a qual ainda não há cura conhecida.

O mal de Alzheimer é causado pelo acúmulo de uma versão mal-ajambrada da proteína beta-amilóide no interior dos neurônios do cérebro. Esses aglomerados basicamente fazem com que as células cerebrais “explodam”, levando ao lento declínio das funções mentais, a chamada demência.

A equipe liderada por T. Wyss-Coray, da Escola de Medicina da Universidade Stanford, viu que o plasma sanguíneo e o fluido da medual espinhal de pessoas saudáveis produz anticorpos contra as fases iniciais dos aglomerados de beta-amilóide. Esses anticorpos provavelmente ajudam o organismo a reconhecer e atacar a proteína antes que ela se torne um problema real.

Os pesquisadores também descobriram que essa produção de anticorpos parece diminuir conforme a idade avança. Se for possível estimular o organismo a continuar a produzi-los, será possível criar uma forma direta de prevenção para o mal de Alzheimer.

Fonte:Reinaldo José Lopes - G1

Descoberta abre novo caminho para desenvolvimento de vacina. Anticorpos combinam potência e amplitude de reação, diz estudo.

Um grupo de cientistas americanos identificou novos anticorpos que defendem o organismo contra o HIV, o vírus causador da Aids. O artigo descrevendo o achado foi publicado nesta quinta-feira (3) no site da revista “Science”. A partir de um doador africano soropositivo, a equipe coordenada por Laura Walker, do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia (EUA), isolou dois anticorpos anteriormente não conhecidos. O achado, considerado um dos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a Aids, abre novo caminho no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.

A pesquisa constatou que os anticorpos (PG9 e PG16) parecem ser não só “muito potentes” na neutralização do vírus, como capazes de bloquear a ação de uma grande variedade de subtipos do HIV, uma gama de alvos que supera a de anticorpos já avaliados. O PG9 combateu com sucesso 127 de 162 subtipos (78%). O PG16, 119 de 162 (73%).

Os anticorpos atuam como uma espécie de chave para uma cadeado viral oculto, reconhecendo um padrão em uma proteína do HIV que não havia ainda sido descrita pela ciência. Tanto a identificação dos anticorpos quanto do “cadeado” constituem um novo alvo no desenvolvimento futuro de uma vacina contra o vírus da Aids.

Os cientistas analisaram 1,8 mil pacientes de Tailândia, Austrália, Reino Unido, Estados Unidos e de uma série de países da África subsaariana.

Do G1, em São Paulo 

Pesquisa identificou prevenção do próprio organismo contra doença.
Se for possível estimular mecanismo, casos de demência podem diminuir.
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Identificados Anticorpos para HIV

março 1st, 2010 por admin

Cientistas norte-americanos identificaram dois novos anticorpos que poderão dar origem ao desenvolvimento de uma vacina contra o vírus da sida, revela um estudo publicado na revista “Science”.

A equipa liderada por Laura Walker, do Scripps Research Institute, em San Diego, EUA, isolou dois anticorpos nunca antes identificados, a partir de um dador africano seropositivo.

Os cientistas analisaram 1,8 mil pacientes na Tailândia, Austrália, Reino Unido, EUA e em vários países da África subsaariana.

Foi verificado que os anticorpos, denominados PG9 e PG16, parecem ser muito eficazes na neutralização do vírus e também têm a capacidade de bloquear a actividade de uma grande variedade de subtipos do HIV: dos 162 subtipos, o PG9 combateu com êxito 127 (78%) e o PG16, 119 (73%).

Antes da identificação destes dois anticorpos, apenas tinham sido isolados outros quatro, facto que ocorreu há mais de 10 anos.

Segundo o estudo, estes anticorpos são produzidos apenas por uma minoria das pessoas infectadas e são distintos de outros anticorpos do HIV, dado terem a capacidade de neutralizar uma percentagem elevada dos subtipos de vírus em circulação no mundo.

O estudo foi recebido com entusiasmo pela imprensa mundial, a qual considera que este é um dos estudos mais promissores dos últimos 20 anos na luta contra a sida, ao abrir um novo caminho para o desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a doença.

 

Fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Cientistas desenvolvem super anticorpos

fevereiro 26th, 2010 por admin

Cientistas canadianos estão a desenvolver super-anticorpos com capacidade para se inserirem no interior das células infectadas e atacar bactérias e vírus.
Cientistas canadianos estão a desenvolver super-anticorpos com capacidade para se inserirem no interior das células infectadas e atacar bactérias e vírus.

Esta investigação, publicada na New Scientist, poderá conduzir a uma série de novos tratamentos, incluindo contra o VIH.

O único inconveniente, defendem os especialistas, é que estes anticorpos são difíceis de desenvolver e têm de ser injectados já que não sobrevivem no estômago.

 

Fonte:Saúde Saupo

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